Conhecer de perto um dos mais relevantes acervos de arte contemporânea do mundo foi uma experiência cheia de emoções e descobertas. Não foi uma missão fácil otimizar o tempo que tínhamos e a seleção de obras para visitar, onde cada pavilhão tinha suas especificidades para explorar. Para isso optamos pelo serviço de locomoção por carrinhos, o que nos ajudou bastante. Então, pegamos nosso mapinha na recepção logo que chegamos para começar a aventura!
Olhando o mapa para não se perder… ou melhor, tentar.
Primeiramente não precisamos nem dizer o quão maravilhoso é estar em um museu onde a vegetação se integra às obras, junto aos pavilhões de volumetrias distintas e confere um cenário de tirar o fôlego. Ficamos encantadas e a cada passo era uma foto! haha
Cenário magnífico! Museu ao ar livre é o que há!
Na Galeria Matthew Barney não só a volumetria surpreende, a surpresa maior é o que se encontra no interior (foto direita). Os espelhos d’água no Pavilhão de Adriana Varejão, juntamente as formas
do agenciamento e volumetria dançam numa harmoniosa sinfonia (foto esquerda)
A sintonia entre a vegetação e o concreto dos pavilhões são impressionantes.
INHOTIM não deixa a desejar, a identidade impregnada de cada artista atrai o olhar do visitante e o instiga a querer explorar mais o local. As surpresas percorrem museu e o melhor de tudo são as experiências sensoriais proporcionadas. Um dos pavilhões que mais chamou atenção nesse quesito foi o COSMOCOCA 5 Hendrix War, 1973 de Hélio Oiticica e Neville D’Almeida, o qual simula sensações semelhantes aos efeitos da cocaína. “Essas instalações consistem em projeções de slides com trilhas musicais específicas e usam fotos de cocaína desenhos feitos sobre livros e capas de discos de Jimi Hendrix, John Cage, Marilyn Monroe e Yoko Ono, entre outros.” (Curadoria INHOTIM)
Devemos destacar também a história do parque junto às oportunidades oferecidas aos habitantes locais, sempre reconhecidos e respeitados, unificando mais ainda a identidade do lugar. As atividades de INHOTIM ultrapassam seus portões, a arte se faz presente também por meio de intervenções locais na cidade de Brumadinho, as quais tomamos conhecimento pelo Instagram.
Chegando ao final do dia, após percorrer boa parte do Instituto, se perder e achar, visitar tantas galerias, obras e pavilhões tão inspiradores, estávamos exaustos de tanto ‘’bater perna’’, mas a sede de conhecer mais era maior. Pena que o parque já estava prestes a fechar as portas e encerrar expediente (ahhhh ☹).
Saudades Inhotim, já sentimos falta desse lugar incrível onde é impossível sair com a cabeça do mesmo jeito que entramos, e vale ressaltar que estamos extasiadas e loucas para voltar lá.
Devemos destacar também a história do parque junto às oportunidades oferecidas aos habitantes locais, sempre reconhecidos e respeitados, unificando mais ainda a identidade do lugar. As atividades de INHOTIM ultrapassam seus portões, a arte se faz presente também por meio de intervenções locais na cidade de Brumadinho, as quais tomamos conhecimento pelo Instagram.
Chegando ao final do dia, após percorrer boa parte do Instituto, se perder e achar, visitar tantas galerias, obras e pavilhões tão inspiradores, estávamos exaustos de tanto ‘’bater perna’’, mas a sede de conhecer mais era maior. Pena que o parque já estava prestes a fechar as portas e encerrar expediente (ahhhh ☹).
Saudades Inhotim, já sentimos falta desse lugar incrível onde é impossível sair com a cabeça do mesmo jeito que entramos, e vale ressaltar que estamos extasiadas e loucas para voltar lá.
Valeu galera!
Relatos de Brenda Lima, Lahys Barros, Luiza Nascimento, Graça Alves e Mariana Vilar sobre visita no dia 25.10.2017
Revisados por Valquiane Ferreira e Camila Leal
Dia 03 - Eis que chega o dia tão esperado INHOTIM!
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Oleh
Unknown





