Nosso primeiro dia em Belo Horizonte começou com uma caminhada pelo centro para que pudéssemos conhecer melhor a cidade, entendendo a relação da capital mineira com os pedestres. Percebemos a grande transformação do modernismo através das ruas amplas, os percursos estratégicos para os carros, edifícios garagem, edificações com pano de vidro, dentre outras características. Para melhor analisar a cidade fomos à cobertura do Hotel Normandy, podendo analisar Belo Horizonte por uma nova perspectiva, visualizando a Avenida Afonso Pena por inteiro e assim percebendo melhor o traçado da cidade e seus edifícios.
Avenida Afonso Pena. Foto: Lahys Barros
Vista do topo do Hotel Normandy Foto: Marília Luna
Nesse mesmo contexto urbano nos deparamos com o edifício Acaiaca, o qual apresenta os principais elementos clássicos: Base, Corpo e o Coroamento, tendo apenas a figura de dois índios como elemento decorativo. E com o Cine Brasil, trazendo linhas mais circulares e o uso de vitrais coloridos, característico também do Art Déco.
Edifício Acaiaca e Cine Brasil. Foto: Lahys Barros e Luiza Nascimento
Visitamos a Igreja de São José, onde foi possível analisar os capitéis das belas colunas da ordem coríntia, as abobadas de esquife, os clerestórios, os vitrais coloridos e as pinturas ilustrando os percursos de Jesus.
Igreja de São José vista do topo do Hotel Normandy Foto: Marília Luna
Vitral da Igreja de São José. Foto: Marília Luna.
Abobada de Esquife- Igreja São José. Foto: Luiza Nascimento
Conhecemos a prefeitura de Belo Horizonte e em seguida fomos ao Edifício Maletta, de uso misto, situado na Avenida Augusto de Lima, que oferece à população uma variedade de serviços de moradia e comércio. Aproveitamos a passagem para almoçar e recarregar as energias.
Na parte da tarde tivemos o privilégio de conhecer o arquiteto Carlos Maciel, do escritório Arquitetos Associados, que nos encontrou na Praça da Liberdade para uma conversa sobre a história da cidade, o seu planejamento e sua evolução e a relação que os belo-horizontinos têm com o seu patrimônio. Carlos também deu uma volta com nossa turma ao redor da praça, nos trazendo particularidades de cada edifício do entorno, incluindo como exemplo, o Edifício Niemeyer e o centro de informação turístico.
Praça da Liberdade. Foto: Marília Luna
Edifício Niemeyer. Foto: Lahys Barros
Ao fim do dia, tivemos a oportunidade de ter uma conversa com alunos de Arquitetura e Urbanismo da UFMG, uma faculdade bastante tradicional existente há 80 anos, partindo disso, buscamos entender a realidade de se estudar em uma universidade de arquitetura pública que possui seu próprio campus, sendo guiados por uma das representantes do D.A., e conhecermos uma metodologia de ensino bem diferente da qual estamos habituados, nos mostrando outro ponto de vista e limpando nossa visão para outros sistemas educacionais e outras formas de ver a Arquitetura e o Urbanismo.
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - UFMG
Relatos de Bruna Carvalho, Júlio Poroca, Marília Luna , Pedro Matheus e Valquiane Ferreira.
Revisado por Valquiane Ferreira
Dia 01 - Belo Horizonte (23.10.2017)
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